Sempre que falamos de técnicas vem à mentenlinguagem puramente acadêmica. Não é este o objetivo. Quando falamos em qualquer situação que envolva o ser humano como dotado de conceitos e conhecimentos, que decide com base em sua experiência, empírica ou vivida, há uma grande preocupação com o politicamente correto. Não sou. Discorrendo sobre sociedade e o poder que dela emana, costuma-se enaltecer o Estado e seus órgãos. Não faço. Expondo-se nas mídias sociais o autor costuma ter pretensões políticas. Firmo este compromisso: não tenho. Apresento conteúdo de abrangência e relevância, principalmente voltado à emergências e quando se faz necessário, dotado de viés ideológico: cristão, conservador, restaurador, apartidário, nesta ordem.
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  • O preço da inércia
    O preço da inércia

    Quanto está disposto a pagar para não ter uma atitude que lhe toma alguns minutos?

    Vou te contar um segredo: toda nossa vida é constituída de decisões. E toda decisão tem sua consequência. Decidir não saber (ou decidir não decidir) também é uma decisão.

    Pois é, não tem pra onde correr. É o famoso "se ficar o bicho come se correr o bicho pega". A boa notícia é que não faz o menor sentido o medo surreal do conhecimento, nutrido por grande parcela das pessoas comuns. Uma mente ampliada jamais retorna ao tamanho original e isso não é uma teoria de Einstein, mas a vida pura e simples.

    A grande técnica aqui é surpreendentemente simples: participar da vida. Não apenas sobreviver. Decidir e não esperar e delegar que outros o façam, sendo resignado ou inconformado depois. Não, não sou coach, aliás tenho uma certa repulsa por este termo. Costumo dizer que todo cadáver no monte Everest foi um dia alguém determinado e motivado... a questão aqui são realmente as coisas simples. Viu aquele pneu baixo no carro? Invista 2min e calibre-o. Viu um galho na pista atrapalhando? Pare e retire. Viu aquele adolescente empinando pipa com linha chilena? Advirta. Não descarte o papel de bala na rua, não jogue a ponta do cigarro no bueiro, não ignore a criança com dúvidas...

    No ambiente de emergências a coisa caminha desta forma também. Aquele cinto, a jugular do capacete, a cartilha de orientação, os minutinhos para repassar determinado conhecimento... mais vale o investimento em prevenção do que a despesa para correção. Nosso foco deveria ser este. Enquanto sociedade civil organizada, compreender que de fato se algo pode dar errado um dia realmente vai, então trabalhar no ponto fraco até que deixe de ser.

    A velocidade que uma situação aparentemente simples e barata evolui para complexa e cara é incrivelmente grande. As vezes discorrer sobre este assunto parece ser mais do mesmo, afinal quem nunca ouviu que prevenir é o melhor remédio? Acontece que para mim a melhor prevenção é a decisão. Decidir buscar determinado conhecimento, decidir não ficar filmando com o celular e sim colocar-se à disposição. Decidir não compartilhar, quebrando a corrente de WathsApp daquela foto da vítima em óbito, decidir repassar coisas que despertem as pessoas e não apenas gere impacto visual...

    Deixo o leitor com a reflexão, convido a conferir mais artigos sobre este e outros temas aqui na página.
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